Curitiba já foi conhecida como capital ecológica devido à presença de inúmeros parques na cidade, os quais foram construídos desde a década de 1970. Mas a valorização do meio ambiente é bem mais antiga. Desde o início do século XX, existe a preocupação com a arborização de ruas e praças, afinal “o ar puro e…

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Nas ruas de Curitiba, em 1922, circulavam 2.615 veículos, entre os quais 183 automóveis particulares e do governo, 867 carroças de quatro rodas, 131 bicicletas, 15 motocicletas, 130 aranhas e 43 carros de praça. A grande quantidade de carroças, bicicletas e aranhas – utilizadas para condução de pessoas e transporte de cargas – em comparação…

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A Lei Municipal n° 177, de 30 de abril de 1906, dispõe pela primeira vez em Curitiba a respeito das casas de madeira, proibindo sua construção na região mais central da cidade. “Art. 1° Fica proibida a construção de casas de madeira na área abrangida pelo seguinte perímetro: da Rua 7 de Setembro – em…

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No final do século XIX, Curitiba apresenta um acentuado crescimento. A comparação da planta de 1894 com a de 1857 revela a expansão da malha urbana, que ultrapassa os limites impostos pelos rios Ivo e Belém. Em 1894, a cidade possui escolas, clubes, teatros, quarteis, residências imponentes e edifícios públicos de relevância, como os palácios…

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Em 1920, Curitiba possui 78.986 habitantes! Sua malha urbana é formada por 240 ruas, 13 alamedas, 23 avenidas, 25 praças, 10 largos e 10 travessas. Dos 5.700 prédios existentes na cidade, 2.978 possuem ligação de água e esgoto (53% do total) e 240, somente de água. As quatro linhas de bondes elétricos estendem-se por 25…

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Em 1918, no período 14 de outubro a 14 de dezembro, a epidemia da gripe espanhola, ou “influenza”, assola a Capital do Paraná, contaminando 45.249 pessoas e matando 384. A cidade foi dividida em quatro zonas e, médicos, acadêmicos de medicina e a polícia sanitária inspecionaram casas, desestimularam reuniões públicas (“clubs, foot-balls e cinematographos não…

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Matéria de jornal sobre a gripe espanhola que assolou o mundo – e também Curitiba – em 1918, indicava algumas medidas para evitar o contágio. O isolamento social já era discutido naquele momento. Para saber mais sobre a história de Curitiba, visite a página https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/ e leia o livro As virtudes do bem-morar.

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Entre agosto e outubro de 1917, Curitiba é atingida pela “febre typhica” e o Governo de São Paulo envia como ajuda uma comissão formada pelos médicos Theodoro Bayma, então Diretor do Instituto Bacteriológico, Bruno Rangel Pestana e Cincinato Panponet e Calazans que detecta graves problemas na qualidade da água fornecida à população. “Após haver instalado…

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Matéria de jornal em 1917, mostra que o tifo era uma doença recorrente em Curitiba, no início do século XX.  Para saber mais sobre a história de Curitiba, leia o livro As virtudes do bem-morar e visite a página https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/.

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Em 8 de janeiro de 1928, a matéria “Futurismo Predial de Curityba?” do jornal Gazeta do Povo chamou a atenção de seus leitores para uma construção que estava sendo executada na esquina da Rua São Francisco com a Travessa Marumby, hoje Tobias de Macedo. O edifício em questão apresentava, nos pisos superiores, avanços em relação…

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O lambrequim, rendilhado de madeira recortada, para decoração das extremidades dos beirais, é um ornamento bem conhecido de Curitiba. Encontrado nas casas antigas de madeira, está associado a uma herança dos imigrantes alemães e poloneses. Mas a recorrente presença do lambrequim tem raízes legais. Em 1914, a Lei Municipal n.° 413 regulamentou a construção em…

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Fonte de água que funcionou na atual Praça Zacarias entre 1871 e 1910, momento em que entra em funcionamento o sistema de abastecimento de água potável em Curitiba. na fotografia, um pipeiro armazenando água do chafariz para comercializá-la nas ruas da cidade. Para saber mais sobre a urbanização de Curitiba, visite a página e leia…

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A Vila Odette foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Agostinho Ermelino de Leão, em meados da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 825 m² de área construída e 20 ambientes internos. Atualmente, mantém sua função de moradia e pertence ao Inventário de Bens Imóveis do…

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O detalhamento do programa arquitetônico evidencia que casas abastadas, ou de grande porte, materializam, de forma plena, a casa moderna. Com projetos elaborados entre 1919 e 1930, as residências construídas em alvenaria de tijolos e possuindo pelo menos dois pavimentos apresentam entre 18 e 31 cômodos, maior área construída, programa mais especializado e zoneamento tripartido.…

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O Palacete Garmatter foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Julio Garmatter, no final da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 1145,31 m² de área construída e 27 ambientes internos. Atualmente, abriga o Museu Paranaense e pertence ao Patrimônio Cultural do Paraná Página do livro As…

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Em 1926, Paulo Grötzner encomenda o projeto de uma nova Vila Ida para Eduardo Fernando Chaves. Em dezembro de 1927, na fase final de construção, a residência é elogiada na Revista Illustração Paranaense. A austeridade ornamental, exaltada no texto e revelada nas imagens, tem como contraponto a composição movimentada – propiciada pelo jogo de volumes…

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O Palacete Guilherme Weiss foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves, no início da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 800 m² de área construída e 25 ambientes internos. A edificação, situada na esquina das ruas Comendador Araújo e Visconde do Rio Branco, foi demolida. Trecho do livro As virtudes…

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O Palacete Antônio de Souza Mello foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves, no início da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 500 m² de área construída e 18 ambientes internos. A edificação, situada na esquina das ruas Cruz Machado e Ébano Pereira, foi demolida. Página do livro As virtudes…

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O Palacete Guimarães foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Luiz Guimarães, em meados da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 1.286 m² de área construída e 31 ambientes internos. Conhecido como Castelo do Batel, desde 1975 é Patrimônio Cultural do Paraná. Página do livro As…

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A Residência foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Guilherme Withers Junior, em 1921. Trata-se de residência de grande porte, que atualmente pertence ao Inventário de Bens Imóveis do Patrimônio Cultural do Município de Curitiba. Para saber mais, acesse no site Memória Urbana o conteúdo As virtudes do bem-morar (https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/)…

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A Vila Olga foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família do então Presidente do Paraná Caetano Munhoz da Rocha, no final da década de 1910. Trata-se de residência de grande porte já demolida. Para saber mais, acesse no site Memória Urbana o conteúdo As virtudes do bem-morar (https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/) e leia o…

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A Vila Alkinoar foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família do médico Eduardo Leite Leal Ferreira, em 1916. Tratava-se de residência de médio porte, com 320 m² de área construída e 18 ambientes internos. A construção, já demolida, estava localizada na Rua D. Pedro II. Para saber mais, acesse no site Memória Urbana…

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