O ano de 1944 anuncia uma alteração do padrão construtivo em Curitiba com o aumento do número de pavimentos e ultrapassando os dez pisos do Braz Hotel, o mais alto edifício existente. Iniciam a próxima fase da verticalização da cidade, os edifícios João Alfredo e Marumby, considerados “símbolos de nossa civilização urbana”, juntamente com uma…

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No dia 19 de dezembro comemoramos o aniversário da Emancipação Política do Paraná, ocorrida em 1853. Em homenagem a esta importante data, o site https://www.memoriaurbana.com.br/ disponibiliza uma nova seção de posts.   Em 19 de dezembro de 1914 é inaugurada a estátua do Barão do Rio Branco, na Praça Municipal (atualmente Generoso Marques), em Curitiba. O…

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Curitiba já foi conhecida como capital ecológica devido à presença de inúmeros parques na cidade, os quais foram construídos desde a década de 1970. Mas a valorização do meio ambiente é bem mais antiga. Desde o início do século XX, existe a preocupação com a arborização de ruas e praças, afinal “o ar puro e…

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Paulo Roberto e Marisa Correia de Oliveira, moradores do Marumby, destacam as vantagens de morar em edifícios em altura na área central da cidade: Morar no edifício era muito melhor e mais confortável que nos antigos sobrados. O prédio novo, moderno, com distribuição melhor da água, banheiro completo, janelas em todos cômodos, face norte, corredores…

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Regina Freire Maia, antiga moradora do Tamoio, relata o cotidiano de morar em edifícios em altura na área central da cidade: Nós fomos para o edifício Tamoio, da família Colle, em 1958 e ficamos até 1968. O apartamento era pequeno para nossa família, mas podíamos pagar o aluguel e estava junto à Universidade.Depois de algum…

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Nas ruas de Curitiba, em 1922, circulavam 2.615 veículos, entre os quais 183 automóveis particulares e do governo, 867 carroças de quatro rodas, 131 bicicletas, 15 motocicletas, 130 aranhas e 43 carros de praça. A grande quantidade de carroças, bicicletas e aranhas – utilizadas para condução de pessoas e transporte de cargas – em comparação…

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A Lei Municipal n° 177, de 30 de abril de 1906, dispõe pela primeira vez em Curitiba a respeito das casas de madeira, proibindo sua construção na região mais central da cidade. “Art. 1° Fica proibida a construção de casas de madeira na área abrangida pelo seguinte perímetro: da Rua 7 de Setembro – em…

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A proposta do Centro Cívico de Curitiba foi elaborada, entre 1941 e 1943, pelo urbanista francês Alfred Agache. Consistia em um conjunto de edifícios administrativos estaduais (Palácio do Governo e respectivas secretarias, Assembleia Legislativa e tribunais de Justiça e de Contas) situados em torno de uma esplanada e ligados ao centro da cidade por um…

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O Centro Cívico foi construído parcialmente e seu projeto arquitetônico, alterado. O prazo exíguo, os problemas técnicos e construtivos resultantes de erros de sondagens, de projetos e de cálculos estruturais e, sobretudo, a grande geada do inverno de 1953 foram alguns dos problemas que inviabilizaram sua conclusão. Nos festejos do Centenário da Emancipação Política do…

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Em 1857, Curitiba é uma cidade muito pequena! Nesta data, Curitiba conta com 6.791 habitantes. Segundo Romário Martins, “somente possuía duas escolas de primeiras letras para meninos e uma para meninas. Tinha 27 quarteirões, (…) 308 casas e 52 em construção”. As poucas e irregulares ruas desenvolvem-se em torno do Largo da Matriz (hoje, Praça…

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A fotografia é tirada da “Chácara da Nhá Laura”, onde hoje se situa o Colégio Estadual do Paraná. A posição alta da câmera permite uma visão panorâmica da cidade. A cerca que aparece em primeiro em primeiro plano define o limite entre a propriedade particular e o Passeio Público. Em seguida, o núcleo urbano da…

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No final do século XIX, Curitiba apresenta um acentuado crescimento. A comparação da planta de 1894 com a de 1857 revela a expansão da malha urbana, que ultrapassa os limites impostos pelos rios Ivo e Belém. Em 1894, a cidade possui escolas, clubes, teatros, quarteis, residências imponentes e edifícios públicos de relevância, como os palácios…

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Em 1920, Curitiba possui 78.986 habitantes! Sua malha urbana é formada por 240 ruas, 13 alamedas, 23 avenidas, 25 praças, 10 largos e 10 travessas. Dos 5.700 prédios existentes na cidade, 2.978 possuem ligação de água e esgoto (53% do total) e 240, somente de água. As quatro linhas de bondes elétricos estendem-se por 25…

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No centro da imagem, a Rua Marechal Deodoro, no trecho entre as ruas Barão do Rio Branco (à esquerda) e Presidente Faria (à direita). A verticalização está se consolidando e, em poucos anos, tomará grande parte da área central. Ao fundo, o Passeio Público, a Casa do Estudante Universitário e o Colégio Estadual do Paraná.…

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Cartões postais que em conjunto mostram uma panorâmica de Curitiba, na primeira década do século XX, tomada da torre do então Colégio da Divina Providência (hoje a Uninter, na Rua do Rosário). Para saber mais, visite o site Memória Urbana!

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No processo de verticalização da cidade, muitas dificuldades técnicas serão ultrapassadas, como a ausência de material, principalmente durante e logo após a Segunda Grande Guerra. Havia neste período, uma “constante falta de material, em virtude do conflito que assolava o mundo, impedindo a importação do ferro, cimento, etc. imprescindíveis para a concretização da obra”. Além…

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Ao lado do Braz Hotel, encontra-se o Edifício Guiss, depois nominado Curitiba, edificado pela Surugi & Colle. Projetado e construído como prédio de apartamentos, o Curitiba também abrigou múltiplos usos. Médicos como Luiz e Yvonne Parigot de Souza atendiam no apartamento seis, em 1942. Os pintores Teodoro de Bona e Guido Viaro, em 1944, tiveram…

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Os edifícios em altura construídos em Curitiba entre 1930 e 1943 possuem algumas características comuns. São concebidos, majoritariamente, por um único proprietário, visando o maior número de unidades para alugar e obter renda mais significativa. Apresentam a máxima ocupação possível do lote, buscando a multiplicação do solo, em detrimento de fatores como ventilação e orientação…

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Em 1918, no período 14 de outubro a 14 de dezembro, a epidemia da gripe espanhola, ou “influenza”, assola a Capital do Paraná, contaminando 45.249 pessoas e matando 384. A cidade foi dividida em quatro zonas e, médicos, acadêmicos de medicina e a polícia sanitária inspecionaram casas, desestimularam reuniões públicas (“clubs, foot-balls e cinematographos não…

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Matéria de jornal sobre a gripe espanhola que assolou o mundo – e também Curitiba – em 1918, indicava algumas medidas para evitar o contágio. O isolamento social já era discutido naquele momento. Para saber mais sobre a história de Curitiba, visite a página https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/ e leia o livro As virtudes do bem-morar.

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Entre agosto e outubro de 1917, Curitiba é atingida pela “febre typhica” e o Governo de São Paulo envia como ajuda uma comissão formada pelos médicos Theodoro Bayma, então Diretor do Instituto Bacteriológico, Bruno Rangel Pestana e Cincinato Panponet e Calazans que detecta graves problemas na qualidade da água fornecida à população. “Após haver instalado…

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Matéria de jornal em 1917, mostra que o tifo era uma doença recorrente em Curitiba, no início do século XX.  Para saber mais sobre a história de Curitiba, leia o livro As virtudes do bem-morar e visite a página https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/.

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Em 8 de janeiro de 1928, a matéria “Futurismo Predial de Curityba?” do jornal Gazeta do Povo chamou a atenção de seus leitores para uma construção que estava sendo executada na esquina da Rua São Francisco com a Travessa Marumby, hoje Tobias de Macedo. O edifício em questão apresentava, nos pisos superiores, avanços em relação…

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O lambrequim, rendilhado de madeira recortada, para decoração das extremidades dos beirais, é um ornamento bem conhecido de Curitiba. Encontrado nas casas antigas de madeira, está associado a uma herança dos imigrantes alemães e poloneses. Mas a recorrente presença do lambrequim tem raízes legais. Em 1914, a Lei Municipal n.° 413 regulamentou a construção em…

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Trecho do livro Os 75 anos do Matadouro Municipal do Guabirotuba: arquitetura, urbanização e higienismo. Para saber mais sobre o tema, visite a página e leia o livro, https://www.memoriaurbana.com.br/matadouro-municipal-guabirotuba/.

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Construído em fins da década de 1920, nos arrabaldes do Atuba em Curitiba, o conjunto arquitetônico do antigo Matadouro Modelo, atualmente sediando o Polo Atuba da Copel, impressiona pelo porte, uso do concreto armado e linguajem arquitetônica definida pela estrutura, sem ornamentos, filiada à corrente posteriormente conhecida como modernista. Para saber mais sobre o novo…

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Conjunto arquitetônico de 1929:O terreno escolhido para a construção do Matadouro Modelo de Curityba, com 351.619 m², na região do Atuba, encontra-se a 9.450 m da Praça Tiradentes, marco inicial da cidade. Em 1928, data da assinatura do contrato de construção, localizava-se no rocio de Curitiba e atendia, portanto, à exigência de não pertencer ao…

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Construído em fins da década de 1920, nos arrabaldes do Atuba em Curitiba, o conjunto arquitetônico do antigo Matadouro Modelo, atualmente sediando o Polo Atuba da Copel, impressiona pelo porte, uso do concreto armado e linguajem arquitetônica definida pela estrutura, sem ornamentos, filiada à corrente posteriormente conhecida como modernista. Para saber mais sobre o novo…

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Conjunto arquitetônico de 1945:Após sua aquisição pelo Governo do Paraná, o Matadouro Modelo transforma-se em Frigorífico Paraná, entre 1943 e 1945, fato que resultou na ampliação das instalações físicas, na criação de novos setores e no melhoramento da infraestrutura fabril. Para saber mais sobre o novo conteúdo do site Memória Urbana, acesse https://www.memoriaurbana.com.br/matadouro-modelo-de-curityba/.

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Conjunto arquitetônico de 1966:Em 25 de agosto de 1966, a Lei Estadual n° 5.331 autoriza a transferência da COPEL (Companhia Paranaense de Energia) para a área de 7.611,95 alqueires onde se localizava o antigo Matadouro Modelo de Curityba. Grande parte do conjunto de 1929 permanece, no entanto, as construções situadas à esquerda e ao fundo…

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Conjunto arquitetônico de 2010:Ocupando 350.000,00 m², o atual Polo do Atuba da COPEL possui 40.185,75 m² de área construída. Em relação à implantação de 1966, verifica-se um incremento significativo nas edificações, fruto de 44 anos de ocupação. O conjunto arquitetônico atual caracteriza-se por uma implantação mais presente no terreno, apresentando tipologias variadas, mas com predominância…

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No dia 19 de dezembro comemoramos o aniversário da Emancipação Política do Paraná, ocorrida em 1853. Em homenagem a esta importante data, o site https://www.memoriaurbana.com.br/ disponibiliza uma nova seção de posts.   Em 19 de dezembro de 1915 é inaugurado, na Praça Zacarias (centro de Curitiba), o busto de Zacarias de Góes e Vasconcelos, em homenagem…

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  “Foi estudado e delineado pelo “engenheiro governador” Bento Munhoz da Rocha Netto, o projeto do Centro Cívico de Curitiba, e é de autoria do arquiteto paranaense prof. dr. David Xavier de Azambuja, e dos arquitetos drs. Flávio Régis do Nascimento, Olavo Redig de Campos e Sérgio Roberto Rodrigues. (…)O imponente conjunto de repartições públicas…

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Fonte de água que funcionou na atual Praça Zacarias entre 1871 e 1910, momento em que entra em funcionamento o sistema de abastecimento de água potável em Curitiba. na fotografia, um pipeiro armazenando água do chafariz para comercializá-la nas ruas da cidade. Para saber mais sobre a urbanização de Curitiba, visite a página e leia…

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Em 1886, ano da sua inauguração, a entrada principal do Passeio Público localizava-se no Boulevard 2 de Julho (atual Avenida João Gualberto). Para marcar o acesso ao parque, foram plantadas palmeiras ao longo desta rua, como pode ser visto na fotografia da época. As palmeiras de 1886 ainda fazem parte da paisagem do Passeio Público…

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O Coreto Mourisco foi projetado pelo arquiteto francês Antoine Bouvard e construído em 1915. Integrou a remodelação do parque empreendida na gestão do prefeito Candido Ferreira de Abreu. Possuía sofisticada estrutura metálica importada da Europa, coberta com folhas louçadas em amarelo e azul. Estava assentado em uma sólida base de pedra, envolta por um espelho…

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A Vila Odette foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Agostinho Ermelino de Leão, em meados da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 825 m² de área construída e 20 ambientes internos. Atualmente, mantém sua função de moradia e pertence ao Inventário de Bens Imóveis do…

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O detalhamento do programa arquitetônico evidencia que casas abastadas, ou de grande porte, materializam, de forma plena, a casa moderna. Com projetos elaborados entre 1919 e 1930, as residências construídas em alvenaria de tijolos e possuindo pelo menos dois pavimentos apresentam entre 18 e 31 cômodos, maior área construída, programa mais especializado e zoneamento tripartido.…

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O Palacete Garmatter foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Julio Garmatter, no final da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 1145,31 m² de área construída e 27 ambientes internos. Atualmente, abriga o Museu Paranaense e pertence ao Patrimônio Cultural do Paraná Página do livro As…

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Em 1926, Paulo Grötzner encomenda o projeto de uma nova Vila Ida para Eduardo Fernando Chaves. Em dezembro de 1927, na fase final de construção, a residência é elogiada na Revista Illustração Paranaense. A austeridade ornamental, exaltada no texto e revelada nas imagens, tem como contraponto a composição movimentada – propiciada pelo jogo de volumes…

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O Palacete Guilherme Weiss foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves, no início da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 800 m² de área construída e 25 ambientes internos. A edificação, situada na esquina das ruas Comendador Araújo e Visconde do Rio Branco, foi demolida. Trecho do livro As virtudes…

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O Palacete Antônio de Souza Mello foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves, no início da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 500 m² de área construída e 18 ambientes internos. A edificação, situada na esquina das ruas Cruz Machado e Ébano Pereira, foi demolida. Página do livro As virtudes…

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O Palacete Guimarães foi projetado pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Luiz Guimarães, em meados da década de 1920. Trata-se de residência de grande porte, com 1.286 m² de área construída e 31 ambientes internos. Conhecido como Castelo do Batel, desde 1975 é Patrimônio Cultural do Paraná. Página do livro As…

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A Residência foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família de Guilherme Withers Junior, em 1921. Trata-se de residência de grande porte, que atualmente pertence ao Inventário de Bens Imóveis do Patrimônio Cultural do Município de Curitiba. Para saber mais, acesse no site Memória Urbana o conteúdo As virtudes do bem-morar (https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/)…

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A Vila Olga foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família do então Presidente do Paraná Caetano Munhoz da Rocha, no final da década de 1910. Trata-se de residência de grande porte já demolida. Para saber mais, acesse no site Memória Urbana o conteúdo As virtudes do bem-morar (https://www.memoriaurbana.com.br/as-virtudes-do-bem-morar/) e leia o…

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A Vila Alkinoar foi projetada pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para a família do médico Eduardo Leite Leal Ferreira, em 1916. Tratava-se de residência de médio porte, com 320 m² de área construída e 18 ambientes internos. A construção, já demolida, estava localizada na Rua D. Pedro II. Para saber mais, acesse no site Memória Urbana…

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Entre 1870 e 1890, o engenheiro Ernesto Guaita projetou uma residência para Leopoldo Ignácio Weiss. Trata-se “de uma casa de sobrado sita a rua da Liberdade, desta cidade, com cento e doze palmos de frente contendo no pavimento térreo uma porta, dois portões e seis janelas, com muro de extensão de oitenta e oito palmos…

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“É de estilo brasileiro contemporâneo e tem a aparência de uma imensa caixa retangular de cristal, suspensa em corpo avançado sobre colunas de mármore branco recuadas, que a atravessam até a laje de cobertura, formando assim as duas marquises que limitam o grande vitral: uma aos 6,50m de chão, protegendo o desembarque e embarque de…

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A exiguidade do espaço do Palácio da Liberdade fez com que, em 1938, o interventor Manoel Ribas convencesse o amigo, empresário e pecuarista, Julio Garmatter, a vender sua residência no Alto São Francisco.O imponente edifício foi projetado e construído em 1928 pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves. A sede do governo estadual permaneceu no palácio…

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Atualmente, os dois portões principais do Passeio Público (situados nas duas esquinas da Rua Presidente Faria, com a Rua Carlos Cavalcanti e com a Avenida João Gualberto) não estão alinhados com a cerca que circunda o parque. Isto ocorre porque a cerca foi recuada em relação a sua posição inicial para dar espaço às obras…

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O Passeio Público, inaugurado em 1886, recebeu várias intervenções ao longo de sua trajetória. Entre elas, a reformulação empreendida em 1915, durante a gestão do prefeito Candido Ferreira de Abreu, na qual destaca-se a construção dos portões em alvenaria projetados pelo arquiteto francês Joseph Antoine Bouvard. Inaugurados em 22 de outubro de 1915, os portões,…

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